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8 fatos sobre ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica)

25/08/2014

  •         A doença atinge principalmente pessoas do sexo masculino;

 

  • ·         Cerca de 10% dos casos têm causa genética ou hereditária e os outros 90% correspondem  à forma esporádica da doença, em que não se consegue identificar a causa;

 

  • ·           Não há cura para a doença. A esperança é que se desenvolva um tratamento que torne a doença mais controlável e crônica;

 

  • ·         A droga riluzol é a única com eficácia comprovada contra a doença. Embora reduza a progressão dos sintomas e aumente a sobrevida em alguns meses, o medicamento não cura os pacientes, portanto é importante continuar as pesquisas em busca de medicamentos mais eficazes;

 

·         Os primeiros sintomas variam quanto ao tipo e localização, mas o principal é a fraqueza muscular que pode começar em qualquer área do corpo, incluindo membros, rosto, língua, garganta e diafragma. Como a ELA é uma doença degenerativa progressiva, a fraqueza tende a se espalhar gradualmente para outros músculos do corpo;

 

  • ·          O modo como a ELA afeta e progride varia de pessoa para pessoa. Cerca de 20% dos portadores vivem cerca de 5 anos ou mais, e até 10% vivem mais de 10 anos. Infelizmente, a maioria não vive mais de 2 a 5 anos após o início dos sintomas;

 

  • ·         Apesar de a doença em geral não afetar a memória e a capacidade de pensamento, os pacientes podem apresentar comprometimento nessas funções. Pesquisas mostram que até 50% dos pacientes podem ter algum grau de comprometimento cognitivo ou comportamental, e aproximadamente 10% desenvolvem demência, além de fraqueza muscular;

 

  • ·         Estudos genéticos revelam que a ELA provavelmente não é uma doença única, mas um conglomerado ou combinação de várias doenças relacionadas. Talvez esse seja a motivo da dificuldade de se encontrar um tratamento que seja eficaz para todos os pacientes.

Dr. Eduardo M. Otani - Hospital Santa Maria de Goioerê - Fone: (44) 3522-1144.

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